domingo, 16 de outubro de 2011

Leitura diária da Bíblia 16 de outubro - Apocalipse 16 ; Ester 9 e 10 ; Salmos 107 : 23 - 43‏

APOCALIPSE 16
1 - Ouvi, vinda do santuário, uma grande voz, dizendo aos sete anjos: Ide e derramai pela terra as sete taças da cólera de Deus.

2 - Saiu, pois, o primeiro anjo e derramou a sua taça pela terra, e, aos homens portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem, sobrevieram úlceras malignas e perniciosas.

3 - Derramou o segundo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de morto, e morreu todo ser vivente que havia no mar.

4 - Derramou o terceiro a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue.

5 - Então, ouvi o anjo das águas dizendo: Tu és justo, tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas;

6 - porquanto derramaram sangue de santos e de profetas, também sangue lhes tens dado a beber; são dignos disso.

7 - Ouvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos.

8 - O quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo.

9 - Com efeito, os homens se queimaram com o intenso calor, e blasfemaram o nome de Deus, que tem autoridade sobre estes flagelos, e nem se arrependeram para lhe darem glória.

10 - Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam

11 - e blasfemaram o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras.

12 - Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.

13 - Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;

14 - porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso.

15 - (Eis que venho como vem o ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha.)

16 - Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.

17 - Então, derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar, e saiu grande voz do santuário, do lado do trono, dizendo: Feito está!

18 - E sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande.

19 - E a grande cidade se dividiu em três partes, e caíram as cidades das nações. E lembrou-se Deus da grande Babilônia para dar-lhe o cálice do vinho do furor da sua ira.

20 - Todas as ilhas fugiram, e os montes não foram achados;

21 - também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento; e, por causa do flagelo da chuva de pedras, os homens blasfemaram de Deus, porquanto o seu flagelo era sobremodo grande.
ESTER 9
1 - No dia treze do duodécimo mês, que é o mês de adar, quando chegou a palavra do rei e a sua ordem para se executar, no dia em que os inimigos dos judeus contavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, pois os judeus é que se assenhorearam dos que os odiavam;

2 - porque os judeus, nas suas cidades, em todas as províncias do rei Assuero, se ajuntaram para dar cabo daqueles que lhes procuravam o mal; e ninguém podia resistir-lhes, porque o terror que inspiravam caiu sobre todos aqueles povos.

3 - Todos os príncipes das províncias, e os sátrapas, e os governadores, e os oficiais do rei auxiliavam os judeus, porque tinha caído sobre eles o temor de Mordecai.

4 - Porque Mordecai era grande na casa do rei, e a sua fama crescia por todas as províncias; pois ele se ia tornando mais e mais poderoso.

5 - Feriram, pois, os judeus a todos os seus inimigos, a golpes de espada, com matança e destruição; e fizeram dos seus inimigos o que bem quiseram.

6 - Na cidadela de Susã, os judeus mataram e destruíram a quinhentos homens,

7 - como também a Parsandata, a Dalfom, a Aspata,

8 - a Porata, a Adalia, a Aridata,

9 - a Farmasta, a Arisai, a Aridai e a Vaizata,

10 - que eram os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus; porém no despojo não tocaram.

11 - No mesmo dia, foi comunicado ao rei o número dos mortos na cidadela de Susã.

12 - Disse o rei à rainha Ester: Na cidadela de Susã, mataram e destruíram os judeus a quinhentos homens e os dez filhos de Hamã; nas mais províncias do rei, que terão eles feito? Qual é, pois, a tua petição? E se te dará. Ou que é que desejas ainda? E se cumprirá.

13 - Então, disse Ester: Se bem parecer ao rei, conceda-se aos judeus que se acham em Susã que também façam, amanhã, segundo o edito de hoje e dependurem em forca os cadáveres dos dez filhos de Hamã.

14 - Então, disse o rei que assim se fizesse; publicou-se o edito em Susã, e dependuraram os cadáveres dos dez filhos de Hamã.

15 - Reuniram-se os judeus que se achavam em Susã também no dia catorze do mês de adar, e mataram, em Susã, a trezentos homens; porém no despojo não tocaram.

16 - Também os demais judeus que se achavam nas províncias do rei se reuniram, e se dispuseram para defender a vida, e tiveram sossego dos seus inimigos; e mataram a setenta e cinco mil dos que os odiavam; porém no despojo não tocaram.

17 - Sucedeu isto no dia treze do mês de adar; no dia catorze, descansaram e o fizeram dia de banquetes e de alegria.

18 - Os judeus, porém, que se achavam em Susã se ajuntaram nos dias treze e catorze do mesmo; e descansaram no dia quinze e o fizeram dia de banquetes e de alegria.

19 - Também os judeus das vilas que habitavam nas aldeias abertas fizeram do dia catorze do mês de adar dia de alegria e de banquetes e dia de festa e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros.

20 - Mordecai escreveu estas coisas e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Assuero, aos de perto e aos de longe,

21 - ordenando-lhes que comemorassem o dia catorze do mês de adar e o dia quinze do mesmo, todos os anos,

22 - como os dias em que os judeus tiveram sossego dos seus inimigos, e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa; para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros, e dádivas aos pobres.

23 - Assim, os judeus aceitaram como costume o que, naquele tempo, haviam feito pela primeira vez, segundo Mordecai lhes prescrevera;

24 - porque Hamã, filho de Hamedata, o agagita, inimigo de todos os judeus, tinha intentado destruir os judeus; e tinha lançado o Pur, isto é, sortes, para os assolar e destruir.

25 - Mas, tendo Ester ido perante o rei, ordenou ele por cartas que o seu mau intento, que assentara contra os judeus, recaísse contra a própria cabeça dele, pelo que enforcaram a ele e a seus filhos.

26 - Por isso, àqueles dias chamam Purim, do nome Pur. Daí, por causa de todas as palavras daquela carta, e do que testemunharam, e do que lhes havia sucedido,

27 - determinaram os judeus e tomaram sobre si, sobre a sua descendência e sobre todos os que se chegassem a eles que não se deixaria de comemorar estes dois dias segundo o que se escrevera deles e segundo o seu tempo marcado, todos os anos;

28 - e que estes dias seriam lembrados e comemorados geração após geração, por todas as famílias, em todas as províncias e em todas as cidades, e que estes dias de Purim jamais caducariam entre os judeus, e que a memória deles jamais se extinguiria entre os seus descendentes.

29 - Então, a rainha Ester, filha de Abiail, e o judeu Mordecai escreveram, com toda a autoridade, segunda vez, para confirmar a carta de Purim.

30- Expediram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras amigáveis e sinceras,

31 - para confirmar estes dias de Purim nos seus tempos determinados, como o judeu Mordecai e a rainha Ester lhes tinham estabelecido, e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua descendência, acerca do jejum e do seu lamento.

32 - E o mandado de Ester estabeleceu estas particularidades de Purim; e se escreveu no livro.
ESTER 10
1 - Depois disto, o rei Assuero impôs tributo sobre a terra e sobre as terras do mar.

2 - Quanto aos mais atos do seu poder e do seu valor e ao relatório completo da grandeza de Mordecai, a quem o rei exaltou, porventura, não estão escritos no Livro da História dos Reis da Média e da Pérsia?

3 - Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça.
SALMOS 107 : 23 - 43
23 - Os que, tomando navios, descem aos mares, os que fazem tráfico na imensidade das águas,

24 - esses vêem as obras do SENHOR e as suas maravilhas nas profundezas do abismo.

25 - Pois ele falou e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar.

26 - Subiram até aos céus, desceram até aos abismos; no meio destas angústias, desfalecia-lhes a alma.

27 - Andaram, e cambalearam como ébrios, e perderam todo tino.

28 - Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.

29 - Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram.

30 - Então, se alegraram com a bonança; e, assim, os levou ao desejado porto.

31 - Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!

32 - Exaltem-no também na assembléia do povo e o glorifiquem no conselho dos anciãos.

33 - Ele converteu rios em desertos e mananciais, em terra seca;

34 - terra frutífera, em deserto salgado, por causa da maldade dos seus habitantes.

35 - Converteu o deserto em lençóis de água e a terra seca, em mananciais.

36 - Estabeleceu aí os famintos, os quais edificaram uma cidade em que habitassem.

37 - Semearam campos, e plantaram vinhas, e tiveram fartas colheitas.

38- Ele os abençoou, de sorte que se multiplicaram muito; e o gado deles não diminuiu.

39 - Mas tornaram a reduzir-se e foram humilhados pela opressão, pela adversidade e pelo sofrimento.

40 - Lança ele o desprezo sobre os príncipes e os faz andar errantes, onde não há caminho.

41 - Mas levanta da opressão o necessitado, para um alto retiro, e lhe prospera famílias como rebanhos.

42 - Os retos vêem isso e se alegram, mas o ímpio por toda parte fecha a boca.

43 - Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do SENHOR.

: Graças, Deus amoroso, porque sempre podemos encontrar-Te nas páginas da Tua Palavra. Em nome de Jesus. Amém.
Nós encontramos a Deus quando meditamos nas Escrituras.
Brian Gaunt (East Yorkshire, Inglaterra)
pelas pessoas em tratamento contra o câncer.

                                                    
                    ORIGINAL DE: BETTY JO ( EUA ) / EDUARDO LUIZ

Eduardo Luiz Torres Alves

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